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	<title>Recanto das Palavras &#187; Artigos</title>
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		<title>Sunshine Award agradecimentos e indica&#231;&#245;es</title>
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		<pubDate>Sat, 15 May 2010 01:00:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge Alberto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<a href="http://recantodaspalavras.com.br/2010/05/14/sunshine-award-agradecimentos-e-indicaes/"><img align="left" hspace="5" width="150" src="http://recantodaspalavras.com.br/wp-content/uploads/2010/05/selosunshineaward_thumb.jpg" class="alignleft wp-post-image tfe" alt="selo sunshine award" title="selo sunshine award" /></a>Há algumas poucas semanas voltei a participar do diHITT após um tempo, digamos longo, de ausência voluntária. Ao retornar, reencontrei várias pessoas que mantive contato, mesmo que esporádico não apenas neste portal agregador de blogs, como também fui bem recebido por outras várias. Eu seria injusto se deixasse de citar alguns nomes aqui, mas mesmo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><a href="http://recantodaspalavras.com.br/wp-content/uploads/2010/05/selosunshineaward.jpg"><img style="border: 0px none; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="selo sunshine award" alt="selo sunshine award" src="http://recantodaspalavras.com.br/wp-content/uploads/2010/05/selosunshineaward_thumb.jpg" border="0" height="238" width="244"></a></p>
<p align="justify">Há algumas poucas semanas voltei a participar do diHITT após um tempo, digamos longo, de ausência voluntária.</p>
<p align="justify">Ao retornar, reencontrei várias pessoas que mantive contato, mesmo que esporádico não apenas neste portal agregador de blogs, como também fui bem recebido por outras várias. Eu seria injusto se deixasse de citar alguns nomes aqui, mas mesmo assim, quero agradecer a todos pela acolhida calorosa e a receptividade aos meus artigos. Se antes eu quase não interagia com o pessoal, agora, neste retorno, tenho tentado arrumar o tempo necessário para poder responder e ler os artigos, em sua maioria interessantes, que os <i>dihittianos</i> colhem pelas esquinas virtuais e nos apresentam.</p>
<p align="justify">Aceitei, portanto, de bom grado e com grande satisfação a indicação para o prêmio <strong>Sunshine Award</strong>, que me foi indicado pelo <strong>robertobob,</strong> do blog <a href="http://apatotadopitaco.blogspot.com/" target="_blank">A patota do pitaco</a>.</p>
<p align="justify">Agradeço a todos que já conheço e, antecipadamente, aos que também conhecerei daqui em diante.</p>
<p align="justify">O ideal seria poder indicar muito mais pessoas, mas peço perdão por algum esquecimento.</p>
<ul>
<li>
<h4><a href="http://www.oqueeisso.blog.br/" target="_blank">Eninha</a></h4>
</li>
<li>
<h4><a href="http://blogzoomideiasdafadasemfim.blogspot.com/" target="_blank">Sissym</a></h4>
</li>
<li>
<h4><a href="http://mensagens-thatalyscal.blogspot.com" target="_blank">ThataLyscal</a></h4>
</li>
<li>
<h4><a href="http://fenix-mulheres.blogspot.com" target="_blank">Jackief</a></h4>
</li>
<li>
<h4><a href="http://bipolarbrasil.blogspot.com" target="_blank">bipolarbrasil</a></h4>
</li>
<li>
<h4><a href="http://thirinhas.wordpress.com/" target="_blank">RobMaia</a></h4>
</li>
<li>
<h4><a href="http://reinodablackqueen.blogspot.com" target="_blank">blackqueen</a></h4>
</li>
<li>
<h4><a href="http://fabiolucioblog.blogspot.com/" target="_blank">binholg</a></h4>
</li>
<li>
<h4><a href="http://leilafranca.blogspot.com" target="_blank">LeilaF</a></h4>
</li>
<li>
<h4><a href="http://jornalismoantenado.blogspot.com/" target="_blank">MárciaCanêdo</a></h4>
</li>
<li>
<h4><a href="http://vidasemvoltas.blogspot.com/" target="_blank">Lehouhelena</a></h4>
</li>
<li>
<h4><a href="http://sentimentoeemocoes.blogspot.com" target="_blank">Psiquismo</a></h4>
</li>
</ul>
<p>Obrigado.<br />
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<li><a href='http://recantodaspalavras.com.br/2008/05/02/o-ceu-esta-chorando/' title='O céu está chorando'>O céu está chorando</a></li>
</ul>
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		<item>
		<title>N&#227;o empreste e nem devolva livros</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Mar 2010 04:30:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge Alberto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<a href="http://recantodaspalavras.com.br/2010/03/18/no-empreste-e-nem-devolva-livros/"><img align="left" hspace="5" width="150" src="http://recantodaspalavras.com.br/wp-content/uploads/2010/03/Brandenburg4web_thumb.jpg" class="alignleft wp-post-image tfe" alt="Brandenburg4web" title="Brandenburg4web" /></a>De como você deve marcar os seus livros com a sua personalidade representada por uma gravura, o ex-libris. Diz a sabedoria popular que livros não se emprestam e, muito menos se devolvem. Tanto que eu já ouvi dizer que aquele que empresta um livro merece perder uma das mãos e aquele que devolve um livro [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">De como você deve marcar os seus livros com a sua personalidade representada por uma gravura, o ex-libris.</p>
<p align="justify"><a href="http://recantodaspalavras.com.br/wp-content/uploads/2010/03/Brandenburg4web.jpg"><img style="border-right-width: 0px; margin: 0px 5px 0px 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="Brandenburg4web" border="0" alt="Brandenburg4web" align="left" src="http://recantodaspalavras.com.br/wp-content/uploads/2010/03/Brandenburg4web_thumb.jpg" width="175" height="169" /></a> Diz a sabedoria popular que livros não se emprestam e, muito menos se devolvem. Tanto que eu já ouvi dizer que aquele que empresta um livro merece perder uma das mãos e aquele que devolve um livro merece perder as duas mãos. Dilema, não?</p>
<p align="justify">O que está escrito anteriormente, dizem, é um ditado árabe. Portanto, um livro, ou melhor, seus livros não devem ser emprestados ou não devolva os que pediu emprestado. Você pode ficar maneta. Aí você se pergunta: “Como vou garantir que saibam que um livro é meu?”. Essa pergunta assolou todos os bibliófilos desde que inventamos o objeto livro, tanto em forma de papiro como no formato atual. </p>
<p align="justify">Acredito que você possa (e deva) emprestar livros quando sentir que é uma boa causa, mesmo que aquela máxima de emprestar um livro para uma mulher que é seu objeto de desejo possa render uma continuidade na paquera e seja o principal motivo. Mas mesmo que não seja por esse motivo, todos nós temos o saudável hábito de assinar um livro. O quê? Você não faz isso? Todos os meus livros, desde aqueles que são ferramentas de trabalho como os de puro divertimento e lazer levam a minha assinatura. Afinal, eu o comprei e, querendo ou não, é um tesouro que me pertence. É como marcar um território. Isto envolve também posse e desejo. Assim como fez Hildebrand Bradenburg em cada página de um livro seu, em 1480, que pintou a imagem acima, a mão, em cada uma das páginas.</p>
<p align="justify"><a href="http://recantodaspalavras.com.br/wp-content/uploads/2010/03/Iluminura5.jpg"><img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: 0px; border-left-width: 0px; margin-right: 0px" title="Iluminura5" border="0" alt="Iluminura5" align="left" src="http://recantodaspalavras.com.br/wp-content/uploads/2010/03/Iluminura5_thumb.jpg" width="119" height="181" /></a>Agora, imagine que você pode criar uma marca muito característica e apenas sua para mostrar que aquele determinado livro é seu. O nome disso é ex-libris (que significa “dos livros” ou “da biblioteca” de alguém). Há relatos indicando que essa forma de “assinar” remonta às sociedades que nem haviam descoberto o papel como, por exemplo, os sumérios, e escreviam em tabletes de argila. Isso não impedia que alguém mostrasse que aquele pedaço de argila cozida tinha a sua marca característica diferindo da escrita cuneiforme das primeiras formas de escrever que inventamos.</p>
<p align="justify">A origem dos ex-libris vem das iluminuras que adornavam os livros de antes e um pouco depois da invenção da imprensa, quando os mestre gravadores, que criavam as gravuras dos livros passaram, a pedido de proprietários de livros, criar imagens que os identificassem tal como o primeiro registro de um ex-libris, por volta de 1470, que foi o de Johannes Knabensberg, mais conhecido como Hans Igler, ou João Ouriço, tal como visto na imagem abaixo. </p>
<p align="justify"><a href="http://recantodaspalavras.com.br/wp-content/uploads/2010/03/johannesknabensberg.gif"><img style="border-right-width: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto" title="johannesknabensberg" border="0" alt="johannesknabensberg" src="http://recantodaspalavras.com.br/wp-content/uploads/2010/03/johannesknabensberg_thumb.gif" width="183" height="129" /></a></p>
<p align="justify">Os estudiosos do assunto citam <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Albrecht_D%C3%BCrer" target="_blank">Albrecht Dürer</a> (1471-1528), como o maior gravurista e criador de ex-libris.</p>
<p align="justify">E hoje, que estamos no limiar de, segundo alguns visionários, não utilizarmos mais os livros físicos, como faríamos para deixar nossas marcas como as descritas acima num livro eletrônico? Ah, sim. É fácil, não? Você cria um desenho e uma frase que expressem seu eu e manda anexar no arquivo em forma de bits e bytes. Que graça tem isso?</p>
</p>
</p>
<p><strong><font size="2">Indicações:</font></strong></p>
<ul>
<li><a href="http://www.yalealumnimagazine.com/extras/bookplates/01.html" target="_blank">Exposição sobre ex-libris</a> </li>
<li><a href="http://www.bookplate.org/" target="_blank">Bokkplates.org</a> – um portal sobre ex-libris </li>
<li><a href="http://bookplatejunkie.blogspot.com/" target="_blank">Confessions of a Bookplate Junkie</a> (Confissões de um viciado em ex-libris) </li>
<li>
<div align="justify">No portal da Biblioteca Pública do Paraná, você encontrará um excelente artigo sobre <a href="http://www.bpp.pr.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=28" target="_blank">o que é o ex-libris</a>, escrito por Carlos Alberto Brantes, no qual ele conta a história e desenvolvimento dessa arte, bem como cita e descreve os vários tipos de ex-libris, também apresentando a descrição do primeiro ex-libris criado no Brasil, ainda no século XVIII.</div>
</li>
<li>
<p><a href="http://www5e.biglobe.ne.jp/~exlibris/index.html" target="_blank">Museu do Ex-libris</a></p>
</li>
<li>
<p><a href="http://karaart.com/prints/ex-libris/index.html" target="_blank">O mundo do Ex-libris</a> (inglês)</p>
</li>
</ul>
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		<item>
		<title>Autores demais e leitores de menos &#8211; Voc&#234; &#233; escritor? Eu tamb&#233;m!</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Mar 2010 23:34:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge Alberto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<a href="http://recantodaspalavras.com.br/2010/03/15/autores-demais-e-leitores-de-menos-voc-escritor-eu-tambm/"><img align="left" hspace="5" width="150" height="150" src="http://recantodaspalavras.com.br/wp-content/uploads/2010/09/CB003490_thumb-150x150.jpg" class="alignleft tfe wp-post-image" alt="CB003490_thumb" title="CB003490_thumb" /></a>Esta é uma série em 4 artigos sobre o mercado editorial, tendo como ponto de partida o mercado editorial brasileiro e a apresentação de algumas características do mercado editorial norte-americano, o grande manancial de ideias, autores, livros, modelos de edição, comercialização, divulgação e modismos em geral. &#160;Introdução &#160;A Pesquisa &#160;As Editoras por Demanda; As Livrarias [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><a href="http://recantodaspalavras.com.br/wp-content/uploads/2010/03/CB003490.jpg"><img style="border-right-width: 0px; margin: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="CB003490" border="0" alt="CB003490" align="left" src="http://recantodaspalavras.com.br/wp-content/uploads/2010/03/CB003490_thumb.jpg" width="168" height="248"></a> Esta é uma série em 4 artigos sobre o mercado editorial, tendo como ponto de partida o mercado editorial brasileiro e a apresentação de algumas características do mercado editorial norte-americano, o grande manancial de ideias, autores, livros, modelos de edição, comercialização, divulgação e modismos em geral.</p>
<ol>
<li>
<div align="justify">&nbsp;<a href="http://recantodaspalavras.com.br/2008/05/03/voc-escritor-eu-tambm-autores-demais-e-leitores-de-menos-1-introduo/" target="_blank"><b>Introdução</b></a></div>
</li>
<li>
<div align="justify">&nbsp;<a href="http://recantodaspalavras.com.br/2008/05/03/voc-escritor-eu-tambm-autores-demais-e-leitores-de-menos-2/" target="_blank"><b>A Pesquisa</b></a></div>
</li>
<li>
<div align="justify">&nbsp;<a href="http://recantodaspalavras.com.br/2008/05/04/voc-escritor-eu-tambm-autores-demais-e-leitores-de-menos-3/" target="_blank"><b>As Editoras por Demanda; As Livrarias</b></a></div>
</li>
<li>
<div align="justify">&nbsp;<a href="http://recantodaspalavras.com.br/2008/05/04/voc-escritor-eu-tambm-autores-demais-e-leitores-de-menos-4/" target="_blank"><b>A Escrita Criativa e Finalizando</b></a></div>
</li>
</ol>
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		</item>
		<item>
		<title>Trabalhar em editora: precisa ler?</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Mar 2010 16:24:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge Alberto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<a href="http://recantodaspalavras.com.br/2010/03/13/trabalhar-em-editora-precisa-ler/"><img align="left" hspace="5" width="150" src="http://recantodaspalavras.com.br/wp-content/uploads/2010/03/4223063090_thumb.jpg" class="alignleft wp-post-image tfe" alt="42-23063090" title="42-23063090" /></a>Apenas algumas poucas e esparsas reflexões sobre o que é trabalhar em uma editora. Muita gente pensa que trabalhar em editora é uma das profissões mais belas do mundo. Até pode ser,&#160; já que você está lidando com cultura e&#160; divulgação da mesma através de uma das formas mais antigas, se não a mais antiga [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Apenas algumas poucas e esparsas reflexões sobre o que é trabalhar em uma editora.</p>
<p align="justify">Muita gente pensa que trabalhar em editora é uma das profissões mais belas do mundo. Até pode ser,&nbsp; já que você está lidando com cultura e&nbsp; divulgação da mesma através de uma das formas mais antigas, se não a mais antiga do mundo: caracteres impressos sobre uma superfície. A superfície não precisa ser necessariamente papel, pois a primeira prova da existência da escrita remonta a 4500 a.C., o que demonstra que a ideia não é nova.</p>
<p align="justify"><a href="http://recantodaspalavras.com.br/wp-content/uploads/2010/03/4223063090.jpg"><img style="border: 0px none; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="42-23063090" alt="42-23063090" src="http://recantodaspalavras.com.br/wp-content/uploads/2010/03/4223063090_thumb.jpg" width="182" border="0" height="252"></a></p>
<p align="center"><font size="1">Alberto Ruggieri © Illustration Works/Corbis</font></p>
<p align="justify">Hoje, nem mesmo o papel tem a garantia de ser a forma definitiva como nos últimos 6 mil anos, isso quando me refiro aos primeiros papiros vindo até aos últimos best-sellers da semana. A forma eletrônica vem gradativamente ocupando espaço e se tornando quase que o meio definitivo de divulgação cultural.</p>
<p align="justify">Mas, na verdade, o que você espera quando resolve montar uma editora? Faça a si próprio algumas perguntas e as responda. É tudo isso e mais um pouco. Lógico que todos nós pretendemos ganhar dinheiro e, quiçá, ficar ricos com alguma atividade, que bem se diga, lícita. Realmente há muito <i>glamour</i> ligado ao mercado editorial. Entretanto, o que se vê nos jornais, revistas e mídia em geral quando, por exemplo, de um lançamento de livro é apenas a ponta do iceberg. Até que aquele livro esteja pronto para ser lido, uma verdadeira linha de produção está por trás. Desde as reuniões para a escolha de uma capa que seja, não apenas representativa do conteúdo do livro, que seja compatível com o padrão editorial da editora e seja uma parte de sua identidade visual, podendo, assim, de alguma forma, ser identificada no verdadeiro mar que são as bancadas e prateleiras das livrarias e mostrar ao leitor que aquele livro é da editora tal e, certamente, a qualidade esta assegurada.</p>
<p align="justify">Da maior importância é o bom uso do vernáculo pátrio. Por isso que as traduções são tão rigorosas que, em alguns casos, como na poesia, é preferível que um falante nativo do idioma original traduza para a última flor do Lácio.</p>
<p align="justify"><a href="http://recantodaspalavras.com.br/wp-content/uploads/2010/03/4220313424.jpg"><img style="border: 0px none; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto;" title="42-20313424" alt="42-20313424" src="http://recantodaspalavras.com.br/wp-content/uploads/2010/03/4220313424_thumb.jpg" width="248" border="0" height="248"></a></p>
<p align="center"><font size="1">Alberto Ruggieri © Images.com/Corbis</font></p>
<p align="justify">Até aí tudo bem, o processo é esse mesmo, indo até a adequação do texto ao segmento do mercado em que se pretende inserir o livro e, se os deuses assim permitirem, vender razoavelmente bem.</p>
<p align="justify">Quase todos os dias são recebidos originais, sinopses, indicações; além de se fazer necessária uma constante pesquisa para se descobrir um livro e um autor. É, como poderia dizer, um trabalho de formiguinha tão estressante e cansativo mentalmente quanto carregar pedras. Muitas vezes o editor (Publisher) se assemelha a Sísifo.</p>
<p align="justify">O departamento comercial de uma editora também não está longe disso. É preciso ser agressivo comercialmente, mas sem deixar que a pressão do alcance dos objetivos (vender e, se possível, muito) ultrapasse o limite da sociabilidade. No grito ninguém ganha nada. No máximo, tal como os camelôs, anuncia o produto.</p>
<p align="justify">Em linhas gerais, é preciso uma perfeita parceria entre o editorial e o comercial para que, ao menos, as coisas fluam. A famosa troca de figurinhas tem que ser constante, mas sem formalidades exageradas. Bem, isso vai depender do tamanho da editora. Em editora pequena, vira-se para o lado e pergunta-se ao editor: “Aquele livro está em qual fase de revisão? Temos previsão de quando poderemos colocar à venda?”, ou “O que você acha de criarmos uma ação de marketing com as livrarias para este livro? Acho que dá para fazer isso, isso e mais isso”, diria o editor.</p>
<p align="justify">O mais importante é perseverar mesmo e não apenas acreditar no produto. Afinal, em tese, todo livro é um best-seller, mas só o será se for vendido em várias edições.</p>
<p align="justify">E, já que começamos falando em um certo romantismo numa das áreas mais profissionais da economia, podemos ler vários livros de grátis, mas não se iluda: esse tipo de leitura não é apenas prazer, mas parte fundamental do trabalho.</p>
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		<title>30 mil bibliotecas numa s&#243;</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Feb 2010 16:51:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge Alberto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<a href="http://recantodaspalavras.com.br/2010/02/20/30-mil-bibliotecas-numa-s/"><img align="left" hspace="5" width="150" src="http://recantodaspalavras.com.br/wp-content/uploads/2010/02/robodigitalizador.jpg" class="alignleft wp-post-image tfe" alt="robodigitalizador" title="robodigitalizador" /></a>A Biblioteca Digital Alemã (Deutsche Digitale Bibliothek, ou DDB ) pretende reunir o acervo de 30 mil bibliotecas em uma só. Todas serão digitalizadas e estarão a disposição na internet. Em parte é uma concorrência ao Google Books. O processo se dá através de um robô que é capaz de digitalizar 1216 páginas por hora. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">A Biblioteca Digital Alemã (Deutsche Digitale Bibliothek, ou DDB ) pretende reunir o acervo de 30 mil bibliotecas em uma só. Todas serão digitalizadas e estarão a disposição na internet. Em parte é uma concorrência ao Google Books. O processo se dá através de um robô que é capaz de digitalizar 1216 páginas por hora. </p>
<p align="justify"><a href="http://www.spiegel.de/fotostrecke/fotostrecke-51582.html" target="_blank"><img style="border-bottom:0;border-left:0;display:block;float:none;margin-left:auto;border-top:0;margin-right:auto;border-right:0;" title="robodigitalizador" border="0" alt="robodigitalizador" src="http://recantodaspalavras.com.br/wp-content/uploads/2010/02/robodigitalizador.jpg" width="400" height="265" /></a></p>
<p align="center"><font size="1">(Image-56853-galleryV9-hosf ₢ Wolfgang Maria Weber – Spiegel Online)     <br /><a href="http://www.spiegel.de/fotostrecke/fotostrecke-51582.html" target="_blank">Clique sobre a imagem para ver um slideshow</a></font></p>
<p align="justify"> Para se ter uma ideia da dimensão do projeto, o centro de Digitalização de Munique da Biblioteca Estadual da Baviera já digitalizou 45mil obras, desde os manuscritos do Anel dos Nibelungos até partituras de Gustav Mahler.</p>
<p align="justify">Parte do acervo, a título de teste, estará disponível a partir de 2011. Os organizadores do projeto “prometem uma câmara virtual de maravilhas, tanto para os leigos, como será para os investigadores que procuram fontes específicas e documentos científicos. Digite &quot;Beethoven&quot; e você vai encontrar não apenas livros sobre o compositor, mas &#8211; finalmente &#8211; partituras manuscritas, amostras de música e, talvez, uma versão cinematográfica de &quot;Fidelio&quot;.</p>
<p><a href="http://www.spiegel.de/international/germany/0,1518,676591,00.html" target="_blank">Leia o artigo diretamente no site da Spiegel Online</a> (em inglês)</p>
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