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	<title>Recanto das Palavras &#187; Escritores</title>
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		<title>Autores devem usar o Twitter e o Facebook?</title>
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		<pubDate>Sun, 08 Jan 2012 14:14:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge Alberto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Escritores]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado Editorial]]></category>

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		<description><![CDATA[<a href="http://recantodaspalavras.com.br/2012/01/08/autores-devem-usar-o-twitter-e-o-facebook/"><img align="left" hspace="5" width="150" src="http://recantodaspalavras.com.br/wp-content/uploads/2012/01/escritores-e-twitter_thumb.jpg" class="alignleft wp-post-image tfe" alt="escritores-e-twitter" title="Imagem © Gregg Segal/Corbis" /></a>Estranho era o proceder de muitos escritores e escritoras, a Síndrome de Greta Garbo. Não, não acabaram, quem diria, no Irajá. Muitos gostam de viver em suas tocas sem ter contato com os leitores. Nos tempos modernos, em que nossas vidas são vasculhadas por bots e cookies das redes sociais em que nos cadastramos, muitos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Estranho era o proceder de muitos escritores e escritoras, a Síndrome de Greta Garbo. Não, não acabaram, quem diria, no Irajá. Muitos gostam de viver em suas tocas sem ter contato com os leitores.</p>
<p align="center"><a href="http://recantodaspalavras.com.br/wp-content/uploads/2012/01/escritores-e-twitter.jpg"><img style="background-image: none; border-bottom: 0px; border-left: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px; padding-top: 0px" title="Imagem © Gregg Segal/Corbis" border="0" alt="escritores-e-twitter" src="http://recantodaspalavras.com.br/wp-content/uploads/2012/01/escritores-e-twitter_thumb.jpg" width="600" height="397" /></a></p>
<p align="justify">Nos tempos modernos, em que nossas vidas são vasculhadas por <i>bots</i> e <i>cookies</i> das redes sociais em que nos cadastramos, muitos daqueles que vivem, ou tentam viver, do escrever livros estão saindo da toca. E há dois motivos específicos: a) interagir com os leitores para poder, assim, vender mais livros; b) Muitos dos escritores modernos não veem como grande problema a proximidade com o público.</p>
<h2 align="justify">Mudança do perfil clássico do autor</h2>
<p align="justify">Qual, então, seria a melhor maneira de conseguir quebrar a barreira daquela ideia que começou a ser disseminada no século 19, no auge do romantismo, de que o autor é quase um ermitão. Ou, um ser que vive num mundo à parte? Segundo o ensaio “<a href="http://www.nytimes.com/2012/01/08/books/review/why-authors-tweet.html?pagewanted=1&amp;_r=1&amp;ref=books" target="_blank">Why Authors Tweet</a>”, de Anne Trubek, que saiu no New York Times Sunday Books Review: Twittar</p>
<blockquote><p align="justify"><i><strong>Desde o século 19, a concepção comum de &quot;o autor&quot; foi algo assim: Um jovem, em seu sótão, escreve furiosamente, amassando papéis e joga-os no chão, perdendo a noção do tempo, sem se importar com o público, obcecado com sua própria imaginação. Ele é distante, evasivo, um homem a quem você conhece apenas pela sua escrita e uma foto em seu livro. </strong></i></p>
</blockquote>
<p align="justify">Engraçado, não? Seria mais ou menos como o sonho de todos aqueles que sonham com a fama. Querem atingi-la de todas as maneiras, mas quando estão nos píncaros da glória, sofrem de uma estranha aversão ao público. De toda forma, creio que esse afastamento entre autor e público é mais uma questão de personalidade, vide o caso de <strong>Rubem Fonseca</strong>. O aclamado escritor é a nossa maior “Greta Garbo”. Entrevistas, fotos e noites de autógrafos são tão raros quanto um diamante de 300 quilates. Por outro lado, autores iniciantes anseiam pelo reconhecimento e contato com o público leitor.</p>
<p align="justify">Alguns escritores consagrados como <strong>Salman Rushdie</strong> praticamente adoram usar o <strong>Twitter</strong>, pois, de acordo com suas palavras “Permite ser lúdico e ter uma noção do que está na mente das pessoas.” Outros, como Jeffrey Eugenides, dizem gostar e procuram manter uma distância regulamentar informando a seus seguidores que não sabe quando voltará a twittar. Seria o caso de temer algum tipo de crítica, ou escrever uma palavra cometendo um erro crasso? Ou acreditam que autor e público não podem interagir além das noites de autógrafos? </p>
<h2 align="justify">Twitter no além</h2>
<p align="justify">Se você, leitor, quiser entrar em contato com seus escritores preferidos, mesmo aqueles que já passaram pela Terra, pode encontrar seus endereços de Twitter no blog <a href="http://livrolivreconscientecoletivo.blogspot.com/2009/12/twitter-de-escritores-famosos.html">Livro Livre.</a> Lá é possível encontrar Carlos Drummond de Andrade, Machado de Assis, Shakespeare, J.R.R. Tolkien, Leon Tolstoy e Clarice Lispector. Em outro blog, o <a href="http://blogliterato.wordpress.com/2011/10/09/twitter-de-escritores-famosos-e-mortos/">Liter-ato</a>, há twitters de autores estrangeiros que já morreram, mas parece que ainda tem muito a dizer.</p>
<h2 align="justify">Encontre seu escritor no Twitter e Facebook</h2>
<p align="justify">Na página Mural dos Escritores (@MuralEscritores ) é possível contatar cerca de 800 escritores para twittar sem medo. Com um mesmo sentido a página <a href="http://twitter.com/papodelivro/#/escritores">Papo de Livro</a> (@papodelivro/escritores), você pode também interagir com seus escritores preferidos.</p>
<p align="justify">O Facebook, com cerca de 800 milhões de perfis e que recentemente teve no Brasil o maior crescimento em cadastramentos, algo em torno de 298%, está recheado de perfis e páginas de autores. Basta fazer uma busca para encontrá-los e pedir adição. O blog <a href="http://listasliterarias.blogspot.com/2010/12/10-escritores-mais-admirados-no.html">Lista Literárias </a>selecionou os 10 escritores mais admirados nesta rede social. Todos são estrangeiros e Stephen King encabeça a lista, tendo mais de 1 milhão de “amigos”. Imagino como ele não deva ser cutucado.</p>
<p align="justify">Essa rede social é tão interessante, que há casos como o do escritor espanhol Eloy Moreno ficou famoso ao lançar seu livro no Facebook. Assim como todos os escritores iniciantes, ele tentou apresentar seu livro a diversas editoras e recebeu recusa em todas elas, até que teve a ideia de divulgar e vender seu livro através de uma rede de boca-a-boca virtual. Deu certo! Aproveite para ler o artigo <a href="http://recantodaspalavras.com.br/2011/01/22/facebook-ajuda-escritor-novato/">Facebook ajuda escritor novato</a>, aqui no <strong>Recanto das Palavras</strong>.</p>
<p align="justify">E você, o que está esperando?</p>
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		<title>Para ser escritor &#233; preciso muito suor</title>
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		<pubDate>Sun, 10 Jul 2011 16:48:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge Alberto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
		<category><![CDATA[Escritores]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>

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		<description><![CDATA[<a href="http://recantodaspalavras.com.br/2011/07/10/para-ser-escritor-preciso-muito-suor/"><img align="left" hspace="5" width="150" src="http://recantodaspalavras.com.br/wp-content/uploads/2011/07/escritor-em-busca-de-inspiracao_thumb.jpg" class="alignleft wp-post-image tfe" alt="escritor-em-busca-de-inspiracao" title="Para ser escritor é preciso suor" /></a>Às vezes me dá um branco que fico sem saber o que escrever. Fico imaginando o quanto deve ser complicado para quem vive da escrita ter sempre uma nova ideia ou escrever sobre um fato corriqueiro e que deveria, quem sabe, ter um certo tom épico como aqueles filmes com milhares de extras do cinema [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Às vezes me dá um branco que fico sem saber o que escrever. Fico imaginando o quanto deve ser complicado para quem vive da escrita ter sempre uma nova ideia ou escrever sobre um fato corriqueiro e que deveria, quem sabe, ter um certo tom épico como aqueles filmes com milhares de <i>extras</i> do cinema de antigamente.</p>
<p align="center"><a href="http://recantodaspalavras.com.br/wp-content/uploads/2011/07/escritor-em-busca-de-inspiracao.jpg"><img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; padding-top: 0px" title="Para ser escritor é preciso suor" border="0" alt="escritor-em-busca-de-inspiracao" src="http://recantodaspalavras.com.br/wp-content/uploads/2011/07/escritor-em-busca-de-inspiracao_thumb.jpg" width="268" height="350" /></a></p>
<p align="justify">Lembro de uma amiga dizer que adorava as crônicas do Rubem Braga e citou-me uma em que ele reclamava ou imaginava incomodar os vizinhos com o barulho feito pelas teclas de sua máquina de escrever. Quantas e quantas vezes ele deve ter ficado olhando para o papel em branco, já devidamente colocado no rolo (ou carro?) e, assim como na cena inicial do filme “Jogue minha mãe do trem”, em que Billy Cristal faz o papel de um professor de literatura que ensina pessoas comuns a se tornarem escritores, a mesma frase, a que daria início a seu livro, é pensada de forma insana até que ele, já nos estertores da criatividade resolve que ela será escrita como pensara inicialmente é escrita diversas vezes e uma pequena montanha de bolas de papel amassado vai surgindo à medida em que a frase “a noite estava úmida” era escrita e o papel arrancado do carro (ou rolo?).</p>
<p align="justify">Certa vez li uma crônica do Luís Fernando Veríssimo em que informava haver uma fórmula ou uma técnica para iniciar um texto, em particular quando se trata de crônicas, com a frase “Eu não sabia bem o que escrever”. Imagino que tenha escrito de outra forma, mas é assim que lembro o que li. Escrever é complicado mesmo. Quer dizer, complicado é arrumar uma ideia que pareça original mesmo que o assunto já tenha sido coberto pelas areias do tempo. Como cada um de nós é um Universo – como dizia Nelson Rodrigues, um grande cronista de futebol, por exemplo – o mesmo assunto pode ser descrito por cada um de nós de uma forma subjetiva. Uma vírgula pode mudar toda a compreensão daquela realidade ou ficção. </p>
<p align="justify">Agora mesmo, neste exato momento, eu não sei bem o que escrever e creio que já fiz algum progresso ao chegar até aqui. Será que conseguirei continuar a concatenar as ideias e dar prosseguimento ao texto? Sinceramente, não sei. A mente está um tanto vazia e não tenho tido lá muito tesão para escrever algumas linhas como já o fiz até por mais de duas vezes ao dia. A fonte secou? O prazer em escrever esvaneceu? Falta de leitores? Ou escrevo só pra mim e que se danem as outras pessoas? Estranho isso, não? Não sou escritor por profissão. Muito menos jornalista. Apenas gosto de juntar palavras e penso que isso me divirta um pouco. </p>
<p align="justify">Então, para ser escritor é preciso muito suor e um tanto de talento. </p>
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		<title>Os intelectuais e o preconceito com as massas</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Mar 2011 19:02:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge Alberto</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<a href="http://recantodaspalavras.com.br/2011/03/13/os-intelectuais-e-o-preconceito-com-as-massas/"><img align="left" hspace="5" width="150" src="http://recantodaspalavras.com.br/wp-content/uploads/2011/03/intelectuais-preconceito_thumb.jpg" class="alignleft wp-post-image tfe" alt="Imagem © PoodlesRock/Corbis" title=" Intelectuais  e o preconceito com as massas" /></a>Como os autores e intelectuais do Modernismo encaravam a si e a cultura popular. TS Eliot previu que “A expansão da educação levará à barbárie”. HG Wells desejava impedir o crescimento populacional de negros e pardos (mestiços), que ele considerava inferiores aos brancos. Charles Baudelaire dizia que a fotografia era uma distração para a “vil [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Como os autores e intelectuais do Modernismo encaravam a si e a cultura popular.</p>
<p align="justify"><strong>TS Eliot</strong> previu que “A expansão da educação levará à barbárie”. <strong>HG Wells</strong> desejava impedir o crescimento populacional de negros e pardos (mestiços), que ele considerava inferiores aos brancos. <strong>Charles Baudelaire</strong> dizia que a fotografia era uma distração para a “vil multidão”.</p>
<p align="justify"><a href="http://recantodaspalavras.com.br/wp-content/uploads/2011/03/intelectuais-preconceito.jpg"><img style="background-image: none; border: 0px none; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; margin-left: auto; margin-right: auto; padding-top: 0px;" title=" Intelectuais  e o preconceito com as massas" alt="Imagem © PoodlesRock/Corbis" src="http://recantodaspalavras.com.br/wp-content/uploads/2011/03/intelectuais-preconceito_thumb.jpg" border="0" height="350" width="298"></a></p>
<p align="justify">Por mais que tentemos nos lembrar, pelo menos no meu caso, eu só tenho notícia de um autor de livros realmente esnobe, o irlandês <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Oscar_Wilde">Oscar Wilde</a>, que, na verdade, era mais um dândi. Alguns críticos, em relação ao cenário literário intelectual brasileiro, colocam <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Jo%C3%A3o_do_Rio">João do Rio</a> (Paulo Barreto) no mesmo patamar, o de um <i>flaneur</i> (veja definição no<a href="http://barbara-rt.blogspot.com/2009/03/flaneur.html"> blog da barbara-rt</a>).</p>
<p align="justify"><a name="btAsinTitle"></a>Ao ler alguns jornais lá de fora, deparei-me com uma nota sobre um livro interessante, cujo título original é: <i><b>Intellectuals And The Masses: </b></i><strong><i>Pride and Prejudice Among the Literary Intelligentsia, 1880-1939)</i></strong><i><b> </b></i>(Os intelectuais e as massas: orgulho e preconceito entre a Intelligentsia literária de 1880 a 1939), que foi escrito e lançado há alguns anos por John Carey, professor em Oxford e comentarista da BBC.</p>
<p align="justify">A lista de autores que execravam a cultura popular, muito mais como uma defesa de seus supostos patamares literários que eles próprios afirmavam estarem acima da plebe ignara, e disso devido a um certo ar auto-nobiliárquico, é extensa e contém nomes que nos são familiares, a saber: <strong>DH Lawrence</strong>, <strong>Ezra Pound</strong>, <strong>WB Yeats</strong> e <strong>TS Eliot</strong> entre outros.</p>
<blockquote>
<p align="justify">A tese do professor Carey é que o modernismo [inglês] nasceu em um acesso de revolta esnobe para a disseminação da alfabetização e da cultura popular. O modernismo, diz ele, é menos um movimento cultural motivado por imperativos estéticos determinados e espiritual do que uma cabala social. Sua ambição principal é de excluir tantas pessoas quanto possível, do prazer e compreensão da cultura de forma que os mandarins auto-nomeados da cultura podem desfrutar de sua própria [e suposta] superioridade cultural. (<a href="http://www.leaderu.com/ftissues/ft9406/reviews/kimball.html">Roger Kimball</a>)</p>
</blockquote>
<h2 align="justify">Livros populares</h2>
<p align="justify">A colocação num patamar acima das massas surgiu, de acordo com o autor, do fato de as massas, devido a educação passarem a ter acesso a um tipo de cultura letrada, portanto, massificada, que os fazia torcer os narizes como se fosse algo de valor menor. Até hoje este tipo de preconceito é encontrado nos meios intelectuais e acadêmicos. Qualquer autor que, por exemplo, não faça parte da academia e que consiga escrever um livro de sucesso sobre, digamos a história do Brasil – sabemos de quem estamos falando – é considerado um autor menor e seu trabalho é visto apenas como perfumaria. Porém, se olharmos bem, é uma forma de disseminar, em princípio, cultura. Certamente, seria excelente que todos nós, a massa, pudéssemos desfrutar do prazer de ler e observar obras complexas, mas se é possível ter um primeiro nível de introdução à cultura, porque não pode ser de uma forma massificada?</p>
<h2 align="justify">Machado de Assis</h2>
<p align="justify">Lembrando bem, o nosso escritor maior escrevia para as massas em folhetins, não? Falo de Machado de Assis. Então, o tempo se encarrega de colocar as coisas nos devidos lugares. Alguns podem questionar o fato de Machado até “renegar” sua etnia. Creio que devamos, antes, entender o seu tempo. Leia o artigo <a href="http://recantodaspalavras.com.br/2008/06/24/machado-de-assis-em-dois-livros-psicanalise-e-etnia/">Machado de Assis em dois livros: psicanálise e etnia</a>, aqui no Recanto das Palavras, em que os livros <strong>Machado de Assis Afrodescendente</strong> e <strong>Freud e Machado de Assis: uma interseção entre psicanálise e literatura</strong> são analisados e comentados.</p>
<p align="justify">O mote do livro, como não poderia deixar de ser, em se tratando de um professor inglês, tem um viés em que estão no campo de batalha a visão nobre e a visão comum. É aquela coisa dos Lordes X Classe trabalhadora, a <i>working class</i>, que foi formada com o advento da Revolução Industrial. Pode ser que alguns autores se considerassem lordes e a classe trabalhadora nada mais deveria fazer a não ser trabalhar para que eles pudessem etereamente flanar pelos salões literários.</p>
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		<title>Facebook ajuda escritor novato</title>
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		<pubDate>Sat, 22 Jan 2011 14:37:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge Alberto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Escritores]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado Editorial]]></category>

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<h2 align="justify">O escritor e a rede social</h2>
<p align="justify"><a href="http://recantodaspalavras.com.br/wp-content/uploads/2011/01/boligrafodegelverde.jpg"><img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px; padding-top: 0px" title="boligrafodegelverde" border="0" alt="boligrafodegelverde" src="http://recantodaspalavras.com.br/wp-content/uploads/2011/01/boligrafodegelverde_thumb.jpg" width="160" height="240" /></a></p>
<p align="justify">Eloy Moreno trabalha com informática e tem pendores literários. Portanto, ao escrever seu livro “<a href="http://www.facebook.com/pages/El-Boligrafo-de-Gel-Verde/147066831988439"><b>El bolígrafo de gel verde</b></a>” (algo como “A esferográfica de tinta verde”), ele saiu batendo de porta em porta – pequenas e grandes editoras, assim como pequenas e grandes livrarias) – sem obter muito sucesso. Conta que, em primeiro lugar, contou com a ajuda de parentes (um dia ainda escrevo sobre a importância das mães dos autores para as vendas dos livros de seus filhos). Na matéria <a href="http://www.elmundo.es/elmundo/2011/01/19/valencia/1295420677.html"><i>Un boli verde y de puerta en puerta en busca de lector</i></a>, de Bel Carrasco para o jornal <i>El Mundo</i> (Valencia, Espanha), o autor diz: </p>
<blockquote><p align="justify"><a name="result_box"></a>&quot;Nas livrarias pequenas não tive problemas, mas nas grandes me olhavam como se eu fosse louco, e me diziam que não era esse o canal habitual.&quot;, diz Moreno. &quot;Agora eu não tenho que me preocupar com essa questão, porque o livro está disponível para quem quer comprar.&quot;</p>
</blockquote>
<p align="justify">Até cinco anos, segundo o autor, o seu livro não teria a menor chance de aparecer. Não havia uma rede social com a amplitude do <strong>Facebook</strong> – aqui no Brasil temos o <strong>Orkut</strong>, por exemplo –, e ele, como alguém que lida diariamente com a informática passou a utilizar a rede social para divulgar seu livro. Até que, após o boca a boca virtual, uma grande editora o convidou a escrever.</p>
<p align="justify">Hoje, em seu blog, Moreno comemora o fato de a segunda edição do livro ser editada pela <em><strong>Espasa</strong></em>, uma editora espanhola e, além disso, ele está feliz por saber que seu livro estará disponível em todas as livrarias espanholas.</p>
<p align="justify">Mesmo assim, tendo conseguido o que todo autor iniciante deseja, Moreno não deixa de agradecer a todos aqueles que o ajudaram, seja na divulgação e compra do livro, com as seguintes palavras, em sua <a href="http://www.facebook.com/pages/El-Boligrafo-de-Gel-Verde/147066831988439">página do Facebook</a>: </p>
<blockquote><p align="justify"><i><a href="http://www.facebook.com/pages/El-Boligrafo-de-Gel-Verde/147066831988439">El Bolígrafo de Gel Verde</a> Muchas veces no sé cómo agradeceros todo lo que habéis hecho por mí, así que aproveché la última parte de este video publicado en El Mundo para hacerlo.         <br />Gracias, gracias, gracias. </i></p>
</blockquote>
<h2 align="justify">O livro</h2>
<p align="justify">Sentindo-se frustrado por ler tantos livros que pareciam bons e eram indicados pelos críticos, mas na verdade, não atendiam aos requisitos que ele espera, Eloy Moreno decidiu escrever um livro que, pode ser resumido assim: </p>
<p align="justify">A partir desse desejo surgiu uma história simples e cativante, como a própria vida, um homem dominado pela rotina cinzenta que o mantém preso em uma gaiola emocional. O trabalho e uma família não pode desfrutar devido as obrigações de horários rigorosos. Em suma, o drama da maioria dos casais jovens acorrentados a hipotecas da vida e de trabalho criativo. </p>
<h2 align="justify">Escrever e publicar</h2>
<p align="justify">Sabemos que uma das atividades mais prazerosas do ser humano é escrever para contar uma história. Porém, poucos autores iniciantes conseguem obter sucesso ou algum reconhecimento logo de cara. O caminho tradicional – apresentar os originais para análise em uma editora – nem sempre rende o esperado. (Leia o artigo “<a href="http://recantodaspalavras.com.br/2008/01/23/sera-que-vao-editar/#axzz1BKUUMBw1">Será que vão editar?</a>”). Ao mesmo tempo, as formas pelas quais os livros são “rejeitados” pelas editoras fez surgir, nos EUA, uma associação para autores rejeitados, cujo site Rejectioncollection, não posso garantir que ainda esteja no ar. Muitos autores relataram suas frustrações e desilusões com editoras e livrarias. Quem trabalha no meio sabe como são essas coisas. Livro ou é filho ou é projeto de vida. Ninguém faz filho feio e detesta ter seu projeto de vida estragado por outra pessoa.</p>
<h2 align="justify">Por conta própria</h2>
<p align="justify">O segundo caminho que muitos autores iniciantes tomam é não apenas escrever, mas editar e publicar o próprio livro para tentar colocá-lo no mercado por conta própria. Um dos gargalos de qualquer mercado é a distribuição. E a dos livros não é diferente das outras, a não ser pelo fato de que no Brasil, seguindo uma tendência mundial, livrarias estão fechando por motivos variados, até mesmo por causa da “invasão digital”, ou os livros eletrônicos e aparelhos específicos para isso. </p>
<p align="justify">Sabemos que há editoras que fazem parcerias com os autores. Orçam um projeto editorial, cobram do autor por isso e fazem a distribuição. Outros acordos são feitos de modo que o autor pague pela edição e coloque os livros no mercado através ações de venda próprias. Muitos autores criam seus próprios sites para vender suas obras. </p>
<h2 align="justify">A terceira via: as redes sociais</h2>
<p align="justify">Uma terceira via e que parece promissora é o boca a boca virtual, isto é, criar uma rede de seguidores em sites de relacionamento e ali anunciar seus livros, fazendo com que a divulgação seja feita sem compromissos e, se tudo der certo, quem sabe uma grande editora compra o passe do autor. No fundo, todos os autores gostariam de ter seus livros editados por grandes editoras, associando seu nome a uma grife. As editoras também estão a procura de novos autores talentosos e que rendam excelentes vendas. </p>
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</ul>
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		<title>Museu dos escritores</title>
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		<pubDate>Sun, 02 Jan 2011 21:03:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Jorge Alberto</dc:creator>
				<category><![CDATA[Escritores]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
		<category><![CDATA[Museu]]></category>

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		<description><![CDATA[<a href="http://recantodaspalavras.com.br/2011/01/02/museu-dos-escritores/"><img align="left" hspace="5" width="150" src="http://recantodaspalavras.com.br/wp-content/uploads/2011/01/1437276-Dublin_Writers_Museum-Dublin.jpg" class="alignleft wp-post-image tfe" alt="Dublin_Writers_Museum-Dublin - Clique para visitar o site" title="Dublin_Writers_Museum-Dublin - Clique para visitar o site" /></a>Fica em Dublin, na Irlanda, e apresenta objetos dos mais famosos escritores irlandeses como James Joyce, Bram Stoker, Jonathan Swift e Oscar Wilde; além de William Butler (W.B.) Yeats, George Bernard Shaw, Samuel Beckett e Seamus Heaney, todos quatro ganhadores do Prêmio Nobel que influenciaram a literatura universal ao escreverem suas obras como: Ulisses, Esperando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Fica em Dublin, na Irlanda, e apresenta objetos dos mais famosos escritores irlandeses como <strong>James Joyce</strong>, <strong>Bram Stoker</strong>, <strong>Jonathan Swift</strong> e <strong>Oscar Wilde</strong>; além de <strong>William Butler (W.B.) Yeats</strong>, <strong>George Bernard Shaw</strong>, <strong>Samuel Beckett</strong> e <strong>Seamus Heaney</strong>, todos quatro ganhadores do Prêmio Nobel que influenciaram a literatura universal ao escreverem suas obras como: Ulisses, Esperando Godot, Retrato de Dorian Gray, Drácula e Viagens de Gulliver.</p>
<p align="center"><a title="Dublin Writers Museum" href="http://Dublin Writers Museum - Clique para visitar o site" target="_blank"><img style="background-image: none; border-right-width: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; display: block; float: none; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: auto; border-left-width: 0px; margin-right: auto; padding-top: 0px" title="Dublin_Writers_Museum-Dublin - Clique para visitar o site" border="0" alt="Dublin_Writers_Museum-Dublin - Clique para visitar o site" src="http://recantodaspalavras.com.br/wp-content/uploads/2011/01/1437276-Dublin_Writers_Museum-Dublin.jpg" width="240" height="180" /></a></p>
<p align="justify">A <strong>Irlanda</strong> é uma pequena ilha no Atlântico Norte, mas que proporcionalmente tem uma das maiores tradições literárias do mundo e por isso foi fundado, em 1991, o <strong><a href="http://www.writersmuseum.com/museum.asp" target="_blank">Dublin Writers Museum</a></strong>, cujo acervo guarda relíquias como as primeiras edições das obras que são marcos da literatura internacional desde “<strong>As viagens de Gulliver</strong>” até “<strong>Drácula</strong>”, passando por “<strong>Ulisses</strong>” e “<strong>Esperando Godot</strong>”. Também há documentos como cartas e manuscritos e máquinas de escrever, cachimbos, canetas desses grandes escritores.</p>
<p> <!--aiospwlwbstart<br />
aiosp_title=Museu dos escritores<br />
aiosp_keywords=James Joyce, Samuel Beckett, Yeats, Seamus Heaney, Bram Stocker, Oscar Wilde, Museu, Escritores, Drácula, Dorian Gray, Gulliver, Dublin<br />
aiosp_description=Museu sobre os escritores irlandeses<br />
aiospwlwbsend--><br />
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</ul>
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